Olá seres desse planeta!

Resolvi começar de um jeito diferente pra quebrar a rotina. Então, não vim falar de rotinas. Se você leu o título confirmou que não é sobre rotinas. Gosto de rotinas. Tá, talvez não. Já volto, vou tomar meu remédio.

Oii vocês! Como vão? Eu vou bem, um pouco cansada, mas bem.

A indicação de livro dessa semana é o meu livro preferido (sim, o que esta no topo da lista até agora). Pra quem acompanha o blog, na postagem Places To Go #3 (que foi postada ontem), comentei sobre esse livro e hoje então resolvi fazer a indicação dele.

Anna e o Beijo Francês 


Autora: Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Número de Páginas: 288
Nota: 5/5

Descrição
“Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.” Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer? Stephanie Perkins escreveu um romance de estreia divertido, com personagens espirituosos que garantem dedos formigando e corações derretendo.''

Li Anna e o Beijo Francês no começo desse ano, e de cara vi que ele ia ser o primeiríssimo da minha lista de livros favoritos. Quando comecei a ler, achei que ia demorar bastante tempo para terminar, por dois motivos: 1- Não sou chegada à romances e 2- Naquele mês estava com muita preguiça pra ler. Mas como o livro chamou bastante minha atenção li ele em dois dias (na verdade foi um inteiro e a manhã de outro).


'Quem manda os filhos para um internato? É tão Hogwarts. Só que no meu não tem feiticeiros bonitinhos, bolinhas mágicas ou aulas de voo'' 


Infelizmente não tenho o livro (ainda), mas quero muito comprar ''ai mas vc já leu pra que quer comprar ele?'' ... Gosto de ter livros na estante, gosto de comprar um pra ser meu. É a minha coleção de alguma coisa. 

Anna e o Beijo Francês tem uma leitura leve (você lê o livro sem perceber que já chegou na metade ou que está quase no fim) e apesar de já imaginar o final, a autora fez com que história deixasse o leitor curioso para saber como as coisas vão se desenrolar e se resolver. 


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Oi vocês!

A indicação de hoje é:


As Peças Infernais é uma série de 3 livros escritos por Cassanda Clare (a autora de Os Instrumentos Mortais). Os livros tem o mesmo ambiente de Instrumentos Mortais com o Submundo, Caçadores de Sombras e tudo mais. O primeiro livro foi lançado em 2010 nos EUA e em 2012 no Brasil.




Sinopse: Anjo Mecânico:

Quando a tia da jovem Tessa Gray morre, a única saída é mudar-se de Nova York para Londres e ir morar com o irmão, que está na Europa a trabalho. Ao chegar, Tessa é sequestrada por duas mulheres que, no cativeiro, a ensinam a explorar um dom que ela até então desconhecia. Tessa é capaz de se transformar em qualquer coisa que quiser. Esse dom logo se mostrará valiosíssimo para a luta dos Caçadores de Sombras contra os demônios e ela ficará cada vez mais envolvida com esse universo, especialmente por causa de Will Herondale.


Príncipe mecânico:
Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.


Princesa mecânica:
O mistério sobre Tessa Gray e o Magistrado continua. Mas enquanto luta para descobrir mais sobre o próprio passado, a moça se envolve cada vez mais num triângulo amoroso que pode trazer consequências nefastas para ela, seu noivo, seu verdadeiro amor e os habitantes do Submundo.


Li esses livros por causa de Instrumentos Mortais (que já teve indicação aqui) e nossa muito obrigada Cassanda Clare por escrever tão bem assim. Na sinopse você acha que esse lance de triângulo amoroso vai ser um saco, mas na verdade o desenrolar dele é muito bom e não dá para parar de ler até saber o que acontece no final (ou fazer como eu que li o primeiro livro, depois o último e então o segundo porque não aguentei de tanta curiosidade).

Acho que essa é minha série de livros favorita porque é muito amor envolvido pelos personagens e o final quase me matou do coração (isso só acontece nos melhores livros). O Will Herondale é o melhor personagem de todos e não tem como não amar.



E você, já leu? O que achou? Comente aqui e até a próxima!


Oii vocês!!!


Livro: Para onde ela foi    

Autora: Gayle Forman

Editora: Novo Conceito
Nota: ★★★★

Quanto tempo que não apareço por aqui (foi mal pelo meu sumiço, não vai acontecer de novo), agora voltei com tudo!!! Hoje vim falra sobre o livro Para onde ela foi, a continuação do Se eu ficar que já tem a resenha aqui no blog. 

Sinopse: Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só não quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos - não em milhas, não em continentes, não em anos -, e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado.
                               
Primeiramente tenho que dizer, com toda sinceridade, o primeiro livro que conta a trágica história de Mia me conquistou muito mais do que o segundo. Por favor, não pense que Para onde ela foi é ruim, apenas não me emocional tanto quanto o outro. O livro, diferentemente do primeiro, é narrado por Adam que conta todo o seu lado da história após o acidente de Mia. Ele mudou bastante depois de todos os últimos acontecimentos em sua vida, apesar com a fama que conquistou, se tornou solitário e perdido em meio ao seu amor pela violoncelista. 

"Já ouviu aquela história do cachorro que passa a vida perseguindo carros e, finalmente, quando consegue alcançar um, não sabe o que fazer? Sou esse cachorro." 
Não só Adam, mas todos os outros personagens tem uma mudança em sua personalidade e atitudes, Mia não é mais a doce e meiga garotinha, e sim uma mulher firme, ela se fortaleceu com a dor que passou. A autora deu um bom final a essa história, apesar de ter me deixado as vezes com muita pena do Adam e com muita raiva da Mia, mas já me conformei com isso.
Se você ainda não leu eles, eu super indico e se você já leu um dos dois, deixe sua opinião aí nos comentários. Beijos com muito amor, até a próxima!! 
                                                                       


Oi vocês!!

 O lado bom da vida

Tá, talvez estou um pouco atrasada em relação a esse livro/filme, porque já foi publicado tem ''alguns'' anos, maaass como é uns dos meus preferidos e queria muito compartilhar com vocês então o livro x filme de hoje é dele.


Livro: 





Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínsica
Número de Páginas: 256
Género: Romance
Nota: ★★★★








Sinopse:

Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". 
Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. 
À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez.
Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.

O livro tem uma linguagem leve e gostosa de ler, Matthew conseguiu levar o leitor ao riso facilmente, e em outros momentos fazer o mesmo chorar. A história é bem realista, você se imagina passando por aqueles momentos e pensando como iria superá-los. E o final é super fofo. O lado bom da vida foi um dos livros que entraram pra minha lista de ''livros favoritos'', (algum dia desse eu posto essa lista atualizada pra vocês). 



Filme:



Lançamento: 1 de Fevereiro de 2013

Direção: David O. Russell 

Atores: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Waever 

Gênero: Comédia dramática
Duração: 2h02min
Nota: ★★★★







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Oiii vocês!!!    

                                      

 Livro: Depois dos quinze
Autora: Bruna Vieira       
Editora: Gutenberg 

Nota: ★★★★★


Descobri o blog da Bruna já faz alguns anos, e desde então acompanho todos os seus posts, vlogs e lançamentos. Para falar a verdade ela é meio que minha inspiração (quero ser igual ela quando crescer haha), Bruna conquistou tudo que uma dia também pretendo conquistar. 

Enfim, me lembro de ter ficado muito feliz quando ganhei o livro Depois dos quinze, uma tia minha tinha me dado de presente (isso já faz um bom tempo). Quando percebi que era um livro de crônicas e contos fiquei com um pouco de receio, não era o tipo de livro que costumava ler, na verdade acho que foi o primeiro livro de crônicas que eu li. Resolvi lê-lo durante a viagem. E adivinha? Consegui ler ele todo no voo.

''Você chora ao ficar, mas se vê chorando ainda mais ao partir.É difícil escolher quando o que o seu coração quer não é uma opção''

As histórias contam coisas do dia-a-dia, amores, decepções, mudanças... E também conseguimos perceber claramente momentos que a autora escreve sobre si próprio. A leitura não é chata, não vai fazer você enjoar tão rápido. Além disso, cada crônica, cada conto tem um enredo diferente. A única coisa que pode ser bom para alguns e ruim para outros, é que ela escreve muito sobre o amor. Eu sinceramente gostei muito dele, e logo logo vai ter indicação do livro A menina que colecionava borboletas da mesma autora.


Oi vocês!


O livro de hoje comecei a ler ontem. Terminei de ler outros dos quais também poderia falar, mas gosto mais desse. O título é muito clichê, e confesso que escolhi o livro pela capa. Em matéria de Conto, só lia os de A. C. Doyle, um dos meus escritores preferidos, além de outros escritores ocasionais que a professora de português pede. Conheci Edgar Allan Poe assim. Dado esse aviso, posso dizer que nunca antes foi tão bem provada a teoria de não julgar um livro pela capa, se bem que eu nem fazia ideia do contexto real da história. Quando vi "O Livro das Princesas" pela primeira vez, e gostei da capa, fui conferir quem o escrevera, e qual não foi minha surpresa ao me deparar com Meg Cabot, de quem já indiquei um livro há algum tempo, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patricía Barboza. Das últimas duas, eu ainda não as conhecia, e acabei convencida da ótima qualidade do livro pela presença da M. Cabot e da P. Pimenta, tendo plena certeza de que as outras duas escritoras possuem a mesma peculiar característica das que já conheço: escrita envolvente e encantador. E não me decepcionei.
O livro é composto por quatro contos. O primeiro é da Cabot, "A Modelo e o Monstro", uma releitura moderna de "A Bela e a Fera". Bem estruturado e com ótimo enredo, só achei que tudo andou muito rápido. Sei que os contos andam rápido demais em alguns momentos, mas acho que uns dias mais não teriam feito mal a ninguém. Afinal, estavam em um cruzeiro! Acho que com isso já é poss´vel deduzir uma linha de acontecimentos da história. Se eu contar mais, vai perder a graça.
O segundo conto, de nossa querida Paula Pimenta, é "Princesa Pop". Confesso que o início me assustou um pouco, apresentando um contraste forte em relação ao primeiro conto. Muito mais longo, o desenrolar da história ultrapassou os dias e seguiu pelas semanas, com relação constante de uma busca de lembranças da personagem que facilmente explicavam o desenrolar da história e o curso dos contecimentos. Releitura de "Cinderela", achei o final interessante, com aquela dúvida eterna do que foi que aconteceu após o felizes para sempre. Bem, a autora dedicou meia página a isso.


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Love, Rosie


E nesse dia do amigo, nada melhor que uma história de amizade e amor no Livro X Filme.



Livro 






Autor: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Nota: ★★★★★

    Simplesmente Acontece foi o livro mais rápido que eu já li, foram 448 páginas em 2 dias (quase comi o bendito do livro),meu irmão até brincou ''qual a graça de ler o livro de uma vez só?''... Não gosto de ler tudo de vez, porque minha mente é bem lerdinha pra absorver todo conteúdo, mas apesar de parecer uma bíblia, eu não achei cansativo, nem chato, ao contrário, gostei bastante do jeito que autora fez o livro (ela é contada inteiramente na forma de e-mails, SMS, mensagens instantâneas, cartas, cartões postais...).


Sinopse:

   “Desde crianças, Rosie e Alex viviam juntos. De repente, foram separados porque a família de Alex deixou Dublin para morar nos Estados Unidos. A mágica conexão entre os dois amigos permanece, mas será que a amizade conseguirá sobreviver a uma distância tão grande?
   Os desencontros, as circunstâncias e uma absurda falta de sorte os mantiveram longe um do outro - até agora. Resta saber se eles vão ter coragem de apostar tudo, inclusive a própria amizade que os une, num amor para a vida inteira. Que tipo de surpresa o destino reserva para eles desta vez?”


Depois do pai de Alex receber uma proposta de emprego, sua família toda se mudou para Boston. Rosie e Alex de uma forma bem legal conseguiram manter a amizade, e ao final do colegial parecia tudo está dando certo, Alex conseguiu realizar seu sonho e passou para a faculdade de Medicina em Harvard e Rosie conseguiu passar para seu sonhado curso de Hotelaria em Boston.

Tudo estava completamente certo. Rosie iria para a sua formatura, acompanhada de Alex. E depois os dois iriam para Boston dar continuidade aos seus sonhos juntos, mas Alex não conseguiu chegar ao aeroporto, ele não conseguiu acompanha-la em sua formatura. Rosie então acaba indo ao baile de formatura com Brian, e após aquela noite, um acontecimento muda drasticamente a vida de Rosie, ela rejeita a vaga de Boston e decide continuar a viver na Irlanda.


''Não temos muitas certezas na vida, mas de uma coisa eu tenho certeza: você tem que lidar com as consequências dos seus atos. Tem que seguir adiante, levar as coisas até o final.''

O livro tem aquelas partes em que seu humor vai de apaixonada a angustiada, porque os personagens cometem cada ''burrice'' que a vontade que eu tive foi de entrar na história e falar ''vocês estão fazendo tudo errado, é desse jeito e não desse''. Mas no final tudo se encaixa perfeitamente (demora bastante), e simplesmente acontece o que os leitores esperavam desde do começo do livro.

Filme




Titulo original: Love, Rosie     
Duração: 1h 42 min
Nota: ★★★★






 O filme estreou no dia 5 de março desse ano, mas só consegui assistir no final de março (fiquei sabendo do livro por causa do filme, então li ele primeiro). Eu adorei o filme, primeiramente porque amo a Lily Collins e o Sam Claflin, achei que eles se encaixaram perfeitamente no papel e também pelo fato deles ficarem juntos bem antes que no livro. 
 A Lily interpretou a Rosie do jeito que eu imaginava, uma garota fofa e desengonçada, e o Sam também seguiu as minhas expectativas sobre o Alex, jovem não tão nerd e nem tão descolado e musculoso. Tanto o livro quanto o filme convencem por tratar de assuntos que poderiam acontecer com qualquer um, aliás, acontece com milhares de pessoas,coisas simples e reais do dia a dia onde conseguimos de alguma forma nos identificar.


''Sua amizade trouxe cor para minha vida, isso até nos momentos mais sombrios, sou a pessoa mais sortuda do mundo, por esse presente, espero não tê-la desvalorizado, acho que talvez eu tenha, por que as vezes você não vê, que a melhor coisa que aconteceu à você esta aí, bem sob o seu nariz, mas isso também é bom, de verdade, porque eu percebi, que não importa onde você esteja, ou o que esta fazendo, ou com quem esteja, eu sempre, honestamente e verdadeiramente, te amarei com todo o meu ser!''                                                                                                                                                               - Love, Rosie.


Achei que o filme poderia ter acrescentado um pouco mais do livro, porque algumas partes ficaram meio vagas, e alguns personagens retirados, mas enfim, Simplesmente Acontece entrou para minha lista de filmes preferidos. 


Trailer:



Queria desejar um feliz dia do amigo para minhas amigas e pra vocês também! 





Oi vocês!!!

Livro: Apenas um dia 
Autor: Gayle Forman  
Editora: Novo conceito 
Páginas: 378 
Estrelas: 4/5 

 Sinopse: A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida. 

Já havia lido Se eu ficar e Para onde ela foi (qualquer dia desses faço resenha deles), da mesma autora. E simplesmente amei, então só fez aumentar meu interesse de conhecer as outras obras da Gayle FormanAlém disso, foi um presente de aniversário (obrigada de novo Louren!!!), assim o tornando mais especial. 
Considero o livro dividido em duas partes. A primeira parte se gira em torno da viagem, já a segunda parte conta como foi após aquele dia. Vou admitir, demorei muito para ler a segunda parte. Tava ansiosa para saber o que iria acontecer em seguida, porém agora havia novamente uma mudança nos sentimentos da Allyson, mas dessa vez ela não estava feliz (calma, não vou dar muito spoiler haha).  
Durante aquele dia era como se Allyson estivesse se redescobrindo, se tornando a verdadeira Allyson que sempre quis ser. Ela tem uma mudança radical nas suas atitudes, e é exatamente isso que me fez gostar dela. Confesso que foi meio difícil descobrir e entender os sentimentos dos personagens, mas aos poucos vamos compreendendo cada um deles.  Ahh o que dizer do Willem?! Encantador e misterioso, sei muito bem porque Allyson não recusou o convite. Ele com seu espírito aventureiro, é o tipo de cara que conquista todas. Uma coisa que me deixou agoniada, foi a dificuldade para ele se abrir com ela, contar detalhes de si próprio. 



''Nascemos em um dia. Morremos em um dia. Podemos mudar em um dia. E podemos nos apaixonar em um dia. Qualquer coisa pode acontecer em um dia.''


O livro mostra bastante sobre a questão dos acasos e mudançasTantas coisas acontecem, assim do nada. Planejamos tudinho da melhor forma possível, e a vida vai lá e muda nosso percurso. Põe várias pessoas em nosso caminho, algumas indiferentes e outras com uma importância enorme. Capazes de mudar uma coisinha ali e aqui, sem ao menos percebermos. Podemos fazer nossas próprias escolhas, mas nunca estaremos completamente no controle. 
Enfim, não vou contar muito sobre o final. Apenas digo para vocês que vai dar muita vontade de ler a continuação. E pode deixar, em breve irei fazer resenha de Apenas um ano.