Oi vocês!
Procurei uma série engraçada, de conteúdo e que fosse interessante.
Baseada em um personagem britânico, o Sherlock americanizado de Elementary apresentou-se mais exagerado em suas principais características originais, sendo, porém, um pouco mais próximo da humanidade. Suas peculiaridades foram mantidas e suas excentricidades aumentadas. Isso sem falar de Watson, que por igual singularidade, vem a tornar-se companhia indispensável e de fundamental importância. Só que numa versão feminina, incorporada brilhantemente por Lucy Liu. Como acompanho as personagens originais muito antes de se tornarem tão familiares aos telespectadores, confesso que tive receios das drásticas mudanças do enredo original provocados nessa série. Entretanto, Elementary mostrou uma nova perspectiva, e veio, na primeira temporada, construindo um novo destino as personagens, de forma a surpreender. Talvez inicialmente, as impressões que tive não tenham sido as melhores, mas analisando todo o novo contexto proposto, foi interessante ter personagens do seculo 19 sendo eternizados até o momento, dando-lhes a oportunidade de continuarem resolvendo problemas e mudando constantemente, seus próprios destinos.
Sherlock (Jonny Lee Miller) é um ex-consultor da Scotland Yard que chega em Nova Iorque após passar um período em um centro de reabilitação. Forçado por seu abastado pai a dividir seu apartamento com a Dra. Joan Watson, uma cirurgiã que perdeu a licença há três anos quando um de seus pacientes morreu, ele precisa se manter sóbrio e longe das drogas. Assim, Watson passa a acompanhá-lo em seu trabalho como consultor da polícia de Nova Iorque. O contato de Sherlock no departamento é o Capitão Tobias Gregson (Aidan Quinn), que o conheceu em Londres.
O que eu acho? Vá assistir Elementary.
Cada nova versão de seus personagens favoritos que são produzidas, seja em filmes, livros ou HQs, não só criam mais momentos de descontração. Eles sempre trazem o mesmo ideal: cada momento é único, portanto, mesmo repetido, nunca será o mesmo. Mas não é isso que realmente importa. O importante é sempre viver. E se um autor morrer, não mate sua obra. Prossiga e leve seu trabalho adiante. Transforme, mas não perca a essência. Busque, sempre; não deixar morrer o que há de melhor.
Por: Gabriele Braun
Procurei uma série engraçada, de conteúdo e que fosse interessante.
Baseada em um personagem britânico, o Sherlock americanizado de Elementary apresentou-se mais exagerado em suas principais características originais, sendo, porém, um pouco mais próximo da humanidade. Suas peculiaridades foram mantidas e suas excentricidades aumentadas. Isso sem falar de Watson, que por igual singularidade, vem a tornar-se companhia indispensável e de fundamental importância. Só que numa versão feminina, incorporada brilhantemente por Lucy Liu. Como acompanho as personagens originais muito antes de se tornarem tão familiares aos telespectadores, confesso que tive receios das drásticas mudanças do enredo original provocados nessa série. Entretanto, Elementary mostrou uma nova perspectiva, e veio, na primeira temporada, construindo um novo destino as personagens, de forma a surpreender. Talvez inicialmente, as impressões que tive não tenham sido as melhores, mas analisando todo o novo contexto proposto, foi interessante ter personagens do seculo 19 sendo eternizados até o momento, dando-lhes a oportunidade de continuarem resolvendo problemas e mudando constantemente, seus próprios destinos.
Sinopse:
Elementary trata-se de uma adaptação de Robert Doherty para a obra de Arthur Conan Doyle, que traz os personagens Sherlock Holmes e Dr. Watson para o tempo presente vivendo em Nova Iorque. Na série, Watson foi transformado em mulher, interpretada por Lucy Liu.
Sherlock (Jonny Lee Miller) é um ex-consultor da Scotland Yard que chega em Nova Iorque após passar um período em um centro de reabilitação. Forçado por seu abastado pai a dividir seu apartamento com a Dra. Joan Watson, uma cirurgiã que perdeu a licença há três anos quando um de seus pacientes morreu, ele precisa se manter sóbrio e longe das drogas. Assim, Watson passa a acompanhá-lo em seu trabalho como consultor da polícia de Nova Iorque. O contato de Sherlock no departamento é o Capitão Tobias Gregson (Aidan Quinn), que o conheceu em Londres.O que eu acho? Vá assistir Elementary.
Cada nova versão de seus personagens favoritos que são produzidas, seja em filmes, livros ou HQs, não só criam mais momentos de descontração. Eles sempre trazem o mesmo ideal: cada momento é único, portanto, mesmo repetido, nunca será o mesmo. Mas não é isso que realmente importa. O importante é sempre viver. E se um autor morrer, não mate sua obra. Prossiga e leve seu trabalho adiante. Transforme, mas não perca a essência. Busque, sempre; não deixar morrer o que há de melhor.
Por: Gabriele Braun







